30 de novembro de 2008

Sofia Hilário, uma Mulher Vencedora

18 anos, Alcácer do Sal
Sofia Hilário, foi a vencedora do concurso 2008 da revista FHM, aberto a (des)conhecidas, a quem foi dada a oportunidade de serem capa desta famosa revista.
Depois de várias selecções os leitores votaram nas dez que gostariam de ver na final. Mais tarde, e ao longo de 45 dias, estiveram sob o escrutínio dos leitores e as votações terminaram, e da melhor forma, a 10 de Novembro.
Gosta de comer, dormir e ser mulher. Passa muito tempo na Internet e admite que não vai ao ginásio.
Está no segundo ano do curso de turismo e quer continuar a estudar mas...
Se continuar assim vai ser difícil continuar. E numa profissão curta e difícil como é a de modelo profissional vai ter de investir todo o seu poder naquilo que quer ser...
Mais uma grande mulher de Alcácer do Sal.
Parabéns Sofia e que a vida continue a sorrir.
Vão por mim.. e desejem as maiores felicidades a uma das maiores e mais ilustres Alcacerenses.


18 de novembro de 2008

Alcácer do Sal é Hospitaleira

A melhor forma de inserção de um ser humano é a cidade onde reside, e podemos verificar que, mesmo com diferenças sociais todos se sentem pertencentes ao lugar onde vivem.
E Alcácer do Sal é uma cidade que sabe receber. Dentro da cidade os seus habitantes, a sua cultura e a sua arquitectura apresentam um estilo de hospitalidade bem definido.
Outro factor que se valoriza, na actualidade, diz respeito à maior importância do uso das áreas verdes e de lazer pelos habitantes, pelo que as nossas terras são atractivas aos que aqui chegam.
Partindo desta questão, podiamos analisar um pouco esta relação humana que existe no turismo e que envolve a participação da cidade hospitaleira como cidade turistica.
E podiamos colocar a questão: os que aqui chegam identificam a qualidade da cidade e a sua receptividade hospitaleira?

15 de novembro de 2008

Alcácer do Sal é o Portão do "Corredor Azul"

O projecto “Corredor Azul”, para a cooperação territorial no Alentejo, é uma rede territorial de cooperação formada pelos municípios de Évora, Arraiolos, Borba, Elvas, Estremoz, Montemor-o-Novo, Santiago do Cacém, Sines, Vendas Novas e Vila Viçosa.
Esta rede territorial do Alentejo que pretende ser uma rede aberta e informal deve ter em conta que Alcácer do Sal foi e ainda é O Portão do Alentejo.
Já há muito que digo isto. Alcácer do Sal é a Rede Urbana, por excelência, que liga Lisboa ao Alentejo e o Alentejo a Lisboa. Não há nem haverá competitividade e inovação se os outros municípios se esquecerem desta realidade. Não haverá corredor azul sem o azul do nosso céu e sem o azul do nosso rio.
Todos já brincámos aos cowboys... principalmente quando éramos crianças...
Vão por mim... e tomemos uma posição condizente com a nossa idade adulta.
Temos que dizer bem alto aos nossos eleitos que estamos em Alcácer do Sal, somos Alcacerenses e queremos apenas ser aquilo a que temos direito.
Passem palavra... pois só se o repetirmos muitas vezes é que eles nos ouvem.

9 de novembro de 2008

Rivalidades:Pazôa e Calceteira

Há rivalidades para a vida, um combate até à morte que não poderá terminar de outra forma.
Estas sociedades conhecidas como “Calceteira” e “Pazôa” têm algo de rivalidade... não é? E porque será?
Diz-se que antigamente haviam grandes disputas entre as sociedades locais, principalmente entre duas senhoras: uma era adepta ferrenha da Amizade Visconde e a outra da Matos Galamba.
Uma agarrava em pedras da calçada para ameaçar e a outra agarrava em paus. Posto isto, cada um recebeu, entre a população de Alcácer, estas designações.
E ficam-lhes bemmm.
Vão por mim que uma vida sem rivalidades também vale a pena... mas menos.
Parabéns às duas Sociedades que são extraordinárias.

8 de novembro de 2008

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba

E para agradar a gregos e a troianos...
Aqui fica algo sobre a Pazôa. Se assim foi não sei, mas é uma possibilidade em aberto...
A Filarmónica do Visconde recusou, no ano de 1878, à última da hora, participar numa procissão do Senhor dos Passos, pelo que foi necessário a participação de outra banda. Assim recorreu-se auma banda com músicos forasteiros. Posto isto, António de Campo Valdez, adversário político do Visconde de Alcácer, prometeu que no ano que se seguia, não era necessário recorrer a uma banda de fora para fazer a procissão. E assim foi. Em 1879 um grupo de Alcacerenses fundou a Sociedade Progresso Alcacerense.
O primeiro maestro terá sido o Maestro D. João José Escoto.
Esta banda teve um tal desenvolvimento, que acabou por atrair os próprios adversários. O próprio maestro da Filarmónica do Visconde, José Stichini, veio para esta banda acabando por escrever aquele que é hoje o hino da sociedade.
Paralelamente à banda de música, a sociedade mantém, ainda hoje, em funcionamento a Orquestra Juvenil e a Escola de Música.

7 de novembro de 2008

A Sociedade Filarmónica Amizade Visconde de Alcácer

Hoje não me apetece ser... apenas dizer o que todos os Alcacerences já sabem.
A «Calceteira» ....
Já por volta de 1830, a música era indispensável para a animação do povo... e existia em Alcácer do Sal uma charanga com o nome de “Sete Estrelas”.
A partir desta charanga nasce, no dia 11 de Julho deste mesmo ano, a Sociedade Filarmónica do Visconde de Alcácer, politico e chefe do Partido Regenerador.
Já em 1842, o Visconde resolve dotar esta banda com os primeiros estatutos, onde se acordou que a Sociedade se destinava à cultura e recreio popular.
Posteriormente esta passou a ser designada por Sociedade Filarmónica Amizade, já que houve uma reconciliação entre os grupos que existiam na altura, acabando por resolver todas as suas divergências para o bem da Sociedade.
Em 1880 houve um incêndio que acabou por destruir a sede da Sociedade, sendo que o Visconde cedeu o seu “Clube Pedro Nunes”, onde foram instaladas todas as actividades desta sociedade e onde se encontra actualmente como proprietária.
Nas festas de 11 de Julho do mesmo ano, decidiu-se que a Sociedade passaria a denominar-se “Sociedade Filarmónica Amizade Visconde de Alcácer” (designação que ainda hoje se mantém), em homenagem e gratidão ao seu fundador.
Actualmente a banda é dirigida pelo Maestro David Correia.