20 de janeiro de 2009

O Primado da visibilidade

O nosso lugar no mundo é determinado, pelo menos em boa medida, pelo que dizem de nós.
Desde logo, o que conta na sociedade mediatizada em que vivemos é aparecer nos órgãos de comunicação social nem que seja na "Folha de Alcácer".
Quanto mais se aparecer tanto melhor. E isso independentemente de ser sob uma perspectiva positiva ou negativa; aliás, o importante é que falem, nem que seja para dizer bem.
A prova diária de que a visibilidade mediática se tornou num dos primados da vida pública encontra-se no facto de a cobertura de tudo o que fazemos ser um factor essencial à planificação, organização e alcance de qualquer coisa.
Não basta saber, dizer ou fazer. É preciso que os outros saibam aquilo que pensamos, dizemos ou fazemos.
Nem que não se saiba, não se diga ou se faça.
Vão por mim... o que é preciso é que os outros pensem nisso e o digam a muita gente.

15 de janeiro de 2009

E para teminar bem o dia: um Momento Zen




O que nos vale são as ilusões


Viveremos num bordel?

Em conversas sobre o que se vai passando por cá vamos berrando que a culpa acaba sempre por morrer solteira, e já os interlocutores dizem devagarinho que o politicamente correcto é que ela não pode morrer solteira.
Assim ficamos num impasse, não é???
Não, pois de certeza que ela vai morrer, e vai morrer solteira já que de casamento nem quer ouvir falar.
Sem compromissos assumidos ela mas vai vivendo em grande, ora enamorada, ora amancebada, ora em quartos de pensões, ora em suites de hotel, ora com os fundos estatais ora com os fundos dos cidadãos.
Ninguém consegue arranjar-lhe um marido mas temos todas as condições para lhe abrirmos um espaço de alterne com muitos clientes...
Embora seja quase e cada vez mais dificil contratualizar com pessoal que seja isento e imparcial podiamos, ao menos, exigir um esforço nesse sentido. Num meio em que vale tudo, já nem existe a preocupação de parecer isento, imparcial ou - no mínimo - honesto.
E já que é assim, façamos dos direitos dos cidadãos e das associações uma lei onde tudo seja permitido. Uma espécie de bordel ou bacanal.
Desculpem o desabafo mas... vão por mim ... que isto está dificil, está... e a culpa é das pessoas e não do sistema.

14 de janeiro de 2009

O Torneio do 25 de Abril

Mais uma vez está a decorrer, no ano 2009, o Torneio da Liberdade em Futebol do concelho de Alcácer do Sal.
Contra marés e marinheiros e com o apoio de alguns “carolas”, directores das associações desportivas do concelho, o torneio 25 de Abril continua a realizar-se e com um êxito extraordinário.
Este torneio já uma tradição, já faz parte da rotina de muitas terras do concelho, e quer manter vivo o gosto e a alegria pela prática do desporto e promover o salutar convívio entre amigos.
Amigos? Sim, pois com o futebol podemos tornar os moradores dos bairros em pessoas mais próximas de nós e dos outros que praticam o mesmo desporto.
Em 2009 o torneio do 25 de Abril conta com as equipas de Santa Catarina, de Palma, da Carrasqueira, de Casebres, de Montevil, de Vale de Guizo e do Bairro do Laranjal.
Os jogos são ao fim de semana e realizam-se nos campos dos respectivos clubes.
Por último, saudar o regresso do GDR do Bairro do Laranjal… que mais uma vez entra para ganhar.

11 de janeiro de 2009

Implementar um Plano Tecnológico no concelho de Alcácer do Sal

Tendo como objectivo último a melhoria das instituições onde se desenvolve, a implementação de um Plano Tecnológico, numa perspectiva social de mudança positiva em que as TIC desempenham um papel relevante, traria o desenvolvimento profissional dos cidadãos e em simultâneo uma melhoria da organização.
E as perspectivas ecológicas e culturais da inovação nas TIC relevam o papel fundamental de um novo modo organizacional nos processos de mudança com as alterações estruturais nos edifícios, equipamentos, materiais, programas, formas de agrupamento, horários, etc. como nas mudanças das atitudes, dos conhecimentos e das técnicas dos cidadãos.
Com base neste referencial, bem como na base da sua concretização, o meu sonho é que os entendidos e os interessados, num processo de desenvolvimento, ponham mãos à obra e dotem o nosso concelho das "máquinas" necessárias para que cada um de nós possa ter muitas ajudas neste ano de crise.
Vão por mim... ofereçam um «Magalhães» a todas as familias de Alcácer do Sal e verão como o sol voltará a brilhar... por mais profunda que seja a tristeza destes dias de frio.

8 de janeiro de 2009

A CMAS tem de apostar mais em Marketing Pessoal

É minha opinião que as Câmaras Municipais necessitam de ferramentas para conquistar os clientes numa conjuntura onde o poder da marca é valorizado como elemento para a atracção e a fidelização dos clientes, a partir das suas competências politicas. Neste sentido, observa-se que os eleitos da CMAS precisam de desenvolver o seu marketing pessoal, com vista a formar as competências dos seus profissionais, fortalecer a marca e fidelizar os cidadãos que todos os dias requerem os seus serviços.
Os eleitos devem ser considerados como as ferramentas essenciais da Câmara de Alcácer, pois representam o valor da marca e executam a função de formação dos seus profissionais na recepção de todos os utilizadores do serviço.
Há pois de fazer marketing pessoal como forma de agregar valor e fidelizar os cidadãos.
Isto das eleições que se aproximam.
Vão por mim... quanto mais os eleitos se esforçarem para serem bons profissionais mais nós temos a lucrar com os bons serviços proporcionados.
Por isso 2009 vai ser um ano de crise mas que aguçará mais a forma de relacionamento entre todos os que vivemos em Alcácer do Sal.

4 de janeiro de 2009

E para começar BEM o ano....

Estamos a iniciar mais um ano que se diz como o de todas as eleições. E sobre esse assunto aqui fica um bocadinho do meu trabalho.
Será que se percebe? Será que ...???
Penso que as coisas nos nossos tempos já não acontecem da mesma maneira, nem poderia ser, mas ninguém pode abdicar dos princípios aí presentes.
Assim sendo aqui vai...
A Politica

Quando Aristóteles afirma que o homem é por natureza um animal político, diz que a exigência da perfeição, a procura do bem melhor, a tendência para a realização daquilo que é o seu bem o impelem para a polis. Não diz que o homem se une na polis por um bem menor, como aquele que o leva à constituição da família, em nome da satisfação das necessidades vitais. Não diz apenas que o homem é um animal social, um animal que tende para a constituição de comunidades em geral, porque nem todas as comunidades são políticas.
Diz que um determinado bem, o impele para uma certa espécie de comunidade, a polis. E que esse determinado bem é, precisamente, o bem melhor. O bem que, por natureza, lhe exige, não apenas que viva, mas que viva bem.
O homem é um animal político, um animal da polis, um animal que tem tendência para constituir uma polis, que é a mais perfeita das comunidades e não uma qualquer sociedade. Ele podia ser um animal meramente social ou meramente familiar, sem ser um animal político. E por ser animal político, não deixa de ser um animal social e familiar, onde, além da base social, há a inevitável raiz animal.
Esperemos que eleitos e eleitores pensem sempre no melhor bem para todos os que formam a nossa comunidade, a nossa polis.
E vão por mim... e façam do ano de 2009 aquele em que escolheram e foram escolhidos para realizar o maior de todos os bens: o Bem.