30 de setembro de 2012

Da matemática enquanto economia


Todos os homem realizam acções que podem ser classificadas como boas ou más. Mas, todos nós desejamos, naturalmente, fazer bem as coisas.
E sendo assim a humanidade, ao longo da sua história, vai trilhando um caminho de felicidade.
De vez em quando, alguém vem gritar, bem alto, que muitas das coisas que nos fazem felizes se revelam más para a economia.
Os feriados são maus, as férias são más, os fins de semana são maus, o serviço nacional de saúde é mau, os salários altos são maus, os contratos de trabalho são maus, ,as reformas são más, as auto-estradas são más, os aeroportos são maus, a limpeza das ruas é má, as escolas , são más.
Não escapa nada: muitas das coisas que nos trazem felicidade são más!
Tudo isto por causa da «economia». 
Tudo temos de fazer pela «economia». Mas quem é a «economia»? Quem são os «mercados»? Entidades religiosas? Deuses omnipotentes?
Se isto não é uma religião, o que será uma religião?
Se deixassem a matemática, em folhas de excel, e usassem um discurso, em páginas de Word, talvez, hoje, estivessemos melhor!

28 de setembro de 2012

A austeridade não é igual para pais e filhos


Segundo dados do Barómetro Europeu do Observador 64% dos portugueses dizem que a sua maior preocupação é o futuro dos filhos e a sua capacidade para suportar a sua educação.
E, assim, os portugueses são os que  fazem mais sacrifícios pessoais para não minimizar o apoio aos filhos.
É claro que isto significa que os pais portugueses preferem guardar a austeridade toda para si e não deixar que ela chegue aos seus filhos.
Mais, esta postura leva a uma sistemática falta de confiança no futuro o que leva a que não nasçam crianças em Portugal.
A falta de confiança no futuro mata o próprio futuro. Todos temos receio de não conseguir proporcionar aos nossos filhos um projecto de vida estável.
Por isso a questão está colocada a montante: a austeridade não é contra os trabalhadores mas sim contra o futuro de Portugal. É fácil baixar o custo do trabalho já mais difícil é das futuro ao país que se governa.
E assim: todos os dias contam para que esta classe de políticos saia do governo.

24 de setembro de 2012

Acerca da Leitura

Sempre que leio um livro encontro nele outros livros. Novas palavras e ideias a serem esclarecidas.
Mas, não me obriguem a ler os livros que não quero ler. Os livro que leio são os que eu escolho
Não gosto de livros de culto, apesar de ler alguns.
Apenas tenho, em mim, uma vontade enorme de ler todos os livros: uma vontade de verdade. Sei que nunca o poderei conseguir.
Até já leio livros digitais...

22 de setembro de 2012

Lealdade: a virtude da moda!

Ultimamente muito se tem falado da Lealdade.
A lealdade pode ser definida como uma virtude do homem que assume uma relação de fidelidade a uma causa ou a uma pessoa. Esta virtude implica que todos as acções, daqueles que são leais, aconteçam dentro de determinadas regras de conduta. 
A lealdade, segundo Aristóteles, é um «meio termo entre a indiferença para com o outro e a submissão ao outro». De facto, ninguém é leal quando quebra, sem uma justificação, a adesão e a obrigação que assumiu perante o outro. Leal é ser capaz de viver de acordo com a palavra dada. Mas por outro lado, ninguém é leal quando se encontra numa posição de submissão. Um subordinado ou uma posição minoritária, por exemplo, não são realmente leais ao seu senhor ou à posição dominante.
E este equilíbrio só se alcança com reflexão e autonomia, isto é, com sabedoria.

Lamentavelmente, nos tempos que correm, a lealdade é uma virtude desvalorizada nas relações pessoais e principalmente na política. O egoísmo grassa na nossa civilização...

Por último fica um conselho: nunca sejas leal para com uma causa injusta ou para com pessoas sem qualquer tipo de moralidade!

21 de setembro de 2012

CMAS distribui gratuitamente manuais escolares aos alunos do 1º Ciclo


«A Câmara Municipal de Alcácer do Sal já entregou os manuais escolares oferecidos a todos os alunos do 1º ciclo do ensino básico das escolas do concelho. É o terceiro ano que a autarquia apoia desta forma as crianças deste grau de ensino e as suas famílias, o que no presente ano letivo abrange 484 meninos e meninas.
Apesar das atuais limitações financeiras municipais e com consciência da realidade económica do País, a câmara decidiu manter a iniciativa e, mais uma vez, de forma a não prejudicar o pequeno comércio, os manuais foram adquiridos nos estabelecimentos locais que se dedicam à sua venda. O objetivo é garantir igualdade de acesso aos livros para todas as crianças, contribuindo, assim, para a melhoria das condições de aprendizagem

Todos devemos estar agradecidos: a manter nos próximos anos!

18 de setembro de 2012

O supervisionário

Isto da economia política é super!
Vai para um punhado de dias que o «camarada» Vítor Constâncio foi nomeado, pelo Banco Central Europeu, responsável pela supervisão da banca europeia. ( Como se as pessoas fossem responsáveis por nomeação!!)
Depois de não conseguir ver o que se passava em sua casa foi despejado para «cima».
E para ser mais claro: depois da supervisão feita por Vítor Constâncio ao BPN e BPP, estamos todos de acordo que só por nomeação poderia ser responsável, e por isso podemos ficar eternamente agradecidos e descansados!
Tenham dó...

10 de setembro de 2012

Petróleo e afins

Que eu saiba nunca um país se fez, se refez ou remodelou sem um combustível.
Ora, como a água do mar não serve, isto vai mesmo ao fundo: a gasolina e o gasóleo estão pela hora da morte!