5 de dezembro de 2012

Ó pá, deita a estatística para o lixo!



Até me custa falar sobre o assunto, mas...
Não é que nestes tempos de mudança há por aí muitos que ponderam e afirmam a necessidade de mudança da educação formal, principalmente ou pelo menos a vertente humanista dessa formação.
Será que a atitude do ministro Gaspar está a fazer escola?
Não me parece. Já há muito tempo e muitas pessoas da ciência exacta exige a aumento das cargas horárias da matemática, das estatísticas e outros saberes de igual monta.
É pena. Permitam-me afirmar que esses agentes, ditos educativos, se esquecem sistematicamente que as humanidades são a principal habilidade que todos temos de adquirir para pensar. A nossa língua, a nossa história, a nossa geografia, a nossa filosofia, a nossa religião, são os alicerces da ordenação racional, da interpretação do mundo envolvente e da lógica de ser e de agir do Homem.
E os jovens adultos de hoje que não saibam relacionar, que não tenham referências históricas e geográficas, que não queiram pensar livremente e que não queiram entender o mundo à sua volta estarão incapacitados para a mais simples das acções.
Aquilo que para nós é um dado adquirido, para os mais novos é uma incógnita. Saibam ser no mundo!

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