25 de julho de 2013

Dívida(s)

Depois de uma investigação profunda pelas contas do estado, cheguei à conclusão que temos dinheiro para pagar os ordenados e a(s) dívidas(s). Não temos é dinheiro para pagar a democracia, os seus governadores e assessores.
Temos, por isso, de pensar fazer uma reforma política do estado!
Não podemos continuar a pagar as lutas pelo poder e as suas intrigas. Não podemos continuar a pagar aos assessores de confiança dos políticos. E os secretários e condutores dos assessores.

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