26 de janeiro de 2014

Cópias

Todos começamos a aprender fazendo muitas cópias. Eu, pelo menos, lembro-me de fazer inúmeras cópias. Era uma paixão: nomear, classificar e dominar os objectos á minha volta. Era a minha maneira de catalogar a vida e as pessoas. Mais tarde aprendi, com Verne, Dostoievski, Cortazar e Musil, a dar novos sentidos ás palavras. Tudo ordenado, tudo nomeado, tudo copiado.

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