18 de fevereiro de 2014

A minha terra...

Nada como viver numa terra porosa onde as pessoas vivem na rua. Nada como saborear o sol na pele suada. Caracóis e imperiais.
Há por aí tantos super-homens falhados e aprisionados à sua consciência. A perturbação da resistência. O desvio da obediência cega ao que reprime. Novos problemas para novas feridas. Caminhar pela via da nulidade sem os sabores da vida.

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