27 de maio de 2014

Do estado do mundo

O estado de coisas do mundo anda muito confuso. Não é raro encontrar nomes, pensamentos, formas e instituições que não correspondem a nada real. Há um certo vazio e ridículo. É uma época onde a potência e a vontade de ser acaba por esbarrar nos seus próprios limites. Muitos não fazem nada, por miséria ou por ignorância, e outros apenas favorecem o seu bem-estar. Uma consciência diluída. Uma máscara vazia. Um homem inexistente.

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